TEMPO É DINHEIRO

Fiscalização descobre graves irregularidades nos pagamentos do Ganha Tempo

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O trabalho de fiscalização realizado pela CGE - Controladoria Geral do Estado em conjunto com a Seplag - Secretaria de Planejamento e Gestão, identificou indícios de pagamento irregular de 105 mil senhas geradas pela empresa Rio Verde, que administra as sete unidades do Ganha Tempo em Mato Grosso.//

De acordo com a as auditorias, a senhas apontam para a existência de atendimentos inexistentes, ou seja, fictícios, que custaram aos cofres públicos mais de 6.366,858,81 de reais, entre março de 2018 e janeiro de 2020.//

Diante da constatação de crime, a Polícia Civil, por meio da Deccor - Delegacia Especializada de Combate à Corrupção, deflagrou na manhã desta terça-feira, 01 de setembro, a Operação Tempo é Dinheiro, que investiga as irregularidades cometidas pela empresa.//

Durante a operação foram cumpridos 19 mandados de  busca e apreensão e decretadas medidas cautelares contra os gerentes de unidades e gestores da empresa./ O delegado José Ricardo Garcia, adjunto da Deccor, disse que a ação foi realizada com base nos relatórios produzidos pela CGE e Seplag.//

Sonora: José Ricardo Garcia

O controlador geral do Estado, Emerson Hayashida, explica o que deu origem aos trabalhos de auditoria.//

Sonora: Emerson Hayashida

Por determinação judicial foram bloqueados mais de 6.366,858,81 reais das contas da empresa e do sócio administrador, valores correspondentes ao prejuízo causado aos cofres do Estado.// O secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra pontua quais os próximos passos a partir desta operação.//

Sonora: Basílio Bezerra

O Consórcio Rio Verde Ganha Tempo S/A administra sete unidades do Ganha Tempo em MT, localizadas nos municípios de Barra do Garças, Cáceres, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Sinop e Várzea Grande.//


Fonte: Por Jota Passarinho / TV Paiaguás
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